Sejam bem vindos pra dentro de mim. Aqui, estou expondo emoções, revelando minha alma, compartilhando com carinho... Publicando sentimentos. (Gil Façanha)

domingo, 31 de outubro de 2010

Amor destrutivo (Qualquer semelhança com a realidade, é pura verdade)


Ela queria evitar o absurdo e alcançar a porta que estava bem ali. Queria fugir daquele escuro enquanto a luz ainda podia ser vista. Não desejava ser detida pelo vicio mais poderoso... O vício de a ele pertencer.

Ela queria partir enquanto ainda havia forças, enquanto ainda podia pensar.  Antes que a loucura os dominasse, e ninguém os conseguisse salvar.
Ela dizia não para a inconseqüência, não queria que aquilo virasse doença, lutava pra não se entregar ao que estava tão propensa. A loucura dele, o levava pra longe, tão longe que ela não podia alcançá-lo. Ele insistia na tentativa absurda de enxergar diversão na autodestruição. Mas nem todas as histórias possuem um final feliz. Ela já não era mais a mesma, e ele deixou de ser tudo o que ela sempre quis. A casa agora está vazia... Apenas dois corpos jogados ao chão. Ela tentou sobreviver... Mas ele, não.

Gil Façanha

3 comentários:

Jorge Sader Filho disse...

O amor mal conduzido pode levar a final como este, Gil.
Mas como você está bem viva e atuante, tudo não passou de um canto de poetisa!

Beijos,
Jorge

Gil Façanha disse...

Apenas inspiração meu caro poeta...rsrs.

Cláudia Magalhães disse...

Que belo, Gil! Poesia e lirismo na medida certa. Adorei a prosa poética! Parabéns, querida!

Que delícia vir aqui! Voltarei, sempre! Quero ler tudo! rs

Obrigada pelas felicitações no meu aniversário e continue sendo a primeira a comentar no meu blog que eu adoro! rs

Beijos grandes, poeta!

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