Sejam bem vindos pra dentro de mim. Aqui, estou expondo emoções, revelando minha alma, compartilhando com carinho... Publicando sentimentos. (Gil Façanha)

sábado, 7 de dezembro de 2013

Dor.. Dor de amor!






És, na imensidão das palavras, o vão apelo em minhas preces.

Se te chamo, clamo em lágrimas que almejes tua volta,

em um retorno sincero, épico, porém, que sejas breve,

antes que a dor acabe e finde também, o sonho.

Eu que planejei com teus planos o mesmo futuro,

que te guiei quando o caminho era escuro, a mim,

resta contemplar o jardim onde plantei flores e onde hoje colho pó

desse teu coração árido, de solo agreste...

o assombroso retrato da infertilidade.

Morreram em ti todos os desejos, enquanto em mim,

jaz a esperança regada a sal... Lágrimas de um futuro ao qual conclamo,

de um passado que me apetece.

Segue altivo, amor... Vai em frente se presumes teu acerto.

Mas, se buscas não lutar em guerra alguma, saibas que em vão

Tens passado pela vida. Se até o amor abre no peito suas feridas,

só com peleja elas hão de se fechar.

Não lamentes minha dor, te peço... 

Basta que eu lamente tua insensatez.

Se queres seguir sozinho, segue sem medo...

Por hora, estarei onde me deixaste da ultima vez.




Gil Façanha

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Um engano dos sentidos




Falácia!
Puro embuste!
No caos do desamor, atada aos teus emaranhados de emoções amorfas, encontrei-me na hora da perdição, no exato momento em que abri os portões da razão e fui água rio a baixo, no descontrole do pertencer, da necessidade de apenas ser.
Fui tudo e fui nada, sem pensar em estar certa ou errada, fui pura.... Puramente humana. 
Ao despertar em meio ao desencanto, vi todas as promessas feitas na pressa da conquista, no verniz do olhar que mente, e teu pérfido amor sorria no ínfimo vão do em vão... Nada trouxe, portanto, nada deixou... Senão o vazio em meu peito, agora alargado pelo desassossego da constante dúvida, rasgado por tuas unhas afiadas, felino dissimulado a agatanhar as portas que com tanto querer te abri.
E assim, tão destituído de verdade, teu olhar que agora tinha cara de lamento, se foi na bruma, na escuridão da noite que te cai tão bem. E eu, que me perdia nos caminhos onde não estavas, que sem rumo pela vida vagava, despertei do engano em crer que seguias ao meu lado... De verdade sempre estive só. Finalmente concebi que pra você não fui ninguém.



Gil Façanha

quinta-feira, 14 de março de 2013

Eu... E teu silêncio





Consigo entender teu silêncio!
simplesmente não
vejo mistério nisso! Por tudo que vivemos,
te conheço tanto! Teu calar oculta tuas razões, e
posso supor teus motivos para se manter distante... Mas não
poderia afirmar que
não sinto falta de você.
tenho saudades. Gostaria de poder te dizer que,
por alguma razão, você ficou tatuado em meu peito.

(AGORA LEIA DE BAIXO PARA CIMA)


Gil Façanha

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