Sejam bem vindos pra dentro de mim. Aqui, estou expondo emoções, revelando minha alma, compartilhando com carinho... Publicando sentimentos. (Gil Façanha)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

O amor...




Me conte se já souber o que é.
Me mostre se estiver ao alcance da visão.
Desenhe, se souber sua forma, seu designer.
Toque se for consistente.

Se for uma planta... Regue-a
Se for um poema... Recite-o
Se for uma cor... Pinte.
Se for melodia... Cante.
Se for uma lembrança... Emocione-se
Se for um sentimento... Apenas sinta, mas faça isso com intensidade, para que você nunca esqueça o que é o amor. Mesmo que jamais consiga explicá-lo. Por que os mais intensos sentimentos podem apenas ser sentidos, fazendo com que a compreensão deles seja possível apenas para um coração conquistado.

Gil Façanha

sábado, 12 de dezembro de 2009

Inocência


Tão protegida... Sem medo... Sem noção do mundo real... A felicidade é tão simples... O sorriso é tão fácil... A dor é tão passageira... Os problemas são tão imaginários... A mentira é uma palavra desconhecida... A verdade está nos olhos e todos podem ver... A saudade só está no dicionário e eu nem sei o que é isso... O amor é de mãe... Brincar é o melhor da vida... Se sujar de qualquer coisa é pura diversão... Correr na chuva é uma das maiores alegrias... Não há maldade em nada e tudo se transforma em “coisa de criança”...



Sinto falta da época em que eu me sentia simplesmente assim... Inocente...


Gil Façanha

domingo, 6 de dezembro de 2009

Partindo antes da chegada



Você vai e vem sem nunca chegar aqui. O que acontece no caminho que te traz de volta?

Quantas curvas são necessárias pra te fazer repensar o percurso?
Já pensei em construir uma ponte que ligue tuas intenções aos meus anseios... Mas já pensou quanto de conteúdo humano é possível se perder em uma construção dessas?
Quantas vezes os sentimentos serão gritados até perder a voz? Quantas estradas serão necessárias percorrer para se perceber que os calos sob meus pés já expõem minha estrutura óssea e imploram pra parar?
Quantos corações ainda conquistarei nessa busca sem fim, até que eu perceba que aquilo que eu procuro, incoerentemente eu deixei pra traz?
Quem sabe o futuro em um túnel do tempo aperfeiçoado e maravilhosamente adequado me traga o passado que me pertence e se faz presente no silêncio do meu quarto.
Quanto de mim mesmo ainda esconderei na esperança que alguém me revele aquilo que eu mesma pareço não querer ver?
Talvez a vida me surpreenda e ela mesma me descubra, faça uma revelação da minha própria alma, antes mesmo de eu conseguir entende-la.

Gil Façanha

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