Desejo



Revelo-te minha essência sem prudência
Entrego-me sem decência.

Abro-te meu diário, meu segredo em relicário,
Confesso-me incendiária sem momentos temerários.

Suplico-te tomar-me com gosto, da timidez quero o oposto,
Quero o desejo estampado em teu rosto.

Beba-me como quem está no deserto
Contorcendo-me deixo-te certo...
De que o prazer já está perto.

Vou gemer sem nenhum receio,
Pedir mais sem nenhum rodeio...
E se cansar, fique calmo...
Deixo-te repousar em meu seio.

Comentários

Flor da Vida disse…
Olá amiga, boa noite! Mas menina, tu voltastes com a inspiração a mil! Lindíssimo o teu poema sensual!!! Aplausos a ti!!!
Uma ótima e abençoada semana pra você... Carinhos... Bjsss
Belíssimo, Gil!
Um desejo de tirar o fôlego...!

Adorei, amiga!!!

Beijinhos.
Gil, que poema mais inspirador e cheio de encantos! É como se tu voltasse em toda tua pelnitude.
Um abraço, bjs, e bem vinda novamente.

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