Silêncio! Eu agora penso por mim.



Falo verdades vagas,
 me encosto no tempo pra que ele me leve e me revele sua mudança enfim.

Grito sussurros roucos, transcendo rompantes loucos,
 me ponho nua em vestes tuas, e me perco de mim.

Assisto uma novela real, com final nada fenomenal,
 pois tudo se repete, usando a máscara do bem e do mal.

Não me defendo, pois não há culpa em mim.
 Não te perdôo, por que essa mágoa nunca chegou aqui.

Subo degraus de padroeiras, na volta trago minha triste bandeira...
 Perdi a fé que me empurraram garganta abaixo.

E tentando pensar por mim, não me condenando por ser assim...
Hoje sigo em frente levando em conta o que EU acho.


Gil Façanha


Comentários

Silene Neves disse…
Oi Gil

Poesia que refrescou meu coração nessa noite de domingo. Minha alma agradece.

Tenha uma semana de paz!

Beijo
Sil
Monica Pamplona disse…
Delícia de texto.Expõe tudo aquilo que está entalado dentro da gente.
Maravilha.
Bjsss querida amiga.
Como a poetisa é decidida e determinda - além de bela -, mandou o seu recado: no meu nariz mando eu! Simples.

Beijos,
Jorge
Suzy disse…
Sem sombras de dúvidas, um texto maravilhoso...merecedor de aplausos!

Beijos linda!
Edson Marques disse…
Belíssimo poema!

Uma declaração de amor à vida livre!

Flores...
Flor da Vida disse…
Olá minha linda e amada amiga! Nossa, estou imensamente feliz em estar novamente aqui com você e lendo seus sempre lindos e envolventes versos, como estes que acabei de ler! Saudades muitas de ti menina adorável!!! Você está guardadinha em um lugar muito especial do meu coração, viu? Deixo carinhos e beijos pra ti.

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